Um dia inesquecível

Mais uma pausa no blog pra falar da noite de autógrafos do meu baterista preferido. Tenho que dividir essa emoção. Na última sexta-feira, o baterista do Capital Inicial, Fê Lemos, lançou o livro Levadas e Quebradas na FNAC, em Brasília, e eu como fã da banda não poderia ficar de fora dessa. Descobri dois dias antes que ele viria para Brasília e queria muito dar um presente para ele. Afinal seria a segunda vez em que encontraria meu ídolo. Tentei pensar em alguma coisa que fosse bem rápida, mas não queria entrar algo de qualquer jeito. A única ideia que tive foi entregar alguns textos falando sobre como começou a minha história com o Capital e várias declarações de amor para cada um deles. Ao todo foram 30 páginas. Peguei uma pasta para colocar as folhas dentro e fiz uma pequena customização com ajuda da minha mãe. Coloquei na capa minha foto com ele, quando ele veio na primeira noite de autógrafos, e a foto em que me vesti de roqueira para tentar uma promoção que participei e passar a tarde com o Dinho. Também coloquei nas pastas dois DVD’s que entreguei para o Seu Briquet, pai do Fê e do baixista do Capital, Flávio, quando entrevistei ele. Levei em uma sacola a pasta, o tênis do Capital e o DVD do Aborto Elétrico.

Cheguei no shopping por volta de 18:30, perguntei aonde seria a noite de autógrafos. O Fê chegou às 19 h, no horário marcado. Uns três fãs chegaram perto dele, eu também cheguei perto. Assim que ele me viu, ficou me olhando e falou :”Bárbara?” Eu não acreditei quando ele disse meu nome, fiquei muito feliz, quase chorei de novo igual na primeira noite de autógrafos. Acho que ele lembrou porque de vez em quando eu encho ele no Twitter e no Face. Há duas semanas ele me disse que vinha lançar o livro de novo em Brasília, mas ainda não estava confirmado. Assim que ele falou meu nome, eu disse: “Fê, você lembra de mim?” e abracei ele. Ele disse pra gente se sentar e ficar à vontade.

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Um cara entrevistou ele e ele falou sobre um monte de coisa, além do livro e do Capital Inicial. Depois quem quisesse podia fazer pergunta. Algumas pessoas perguntaram, eu fiquei doida pra perguntar. Essa timidez do inferno não deixava. Aí eu tomei coragem! Afinal um dos meus sonhos sempre foi entrevistar o Capital Inicial. Aquela seria uma pequena oportunidade de entrevistar um dos meus ídolos. Então peguei o microfone e disse: “Tenho um monte de perguntas pra fazer, mas vou tentar fazer só duas”. O Fê falou brincando: “começa pela primeira”. Primeiro elogiei o livro dele, disse que ele escrevia muitas coisas que tinham a ver comigo, que eu era estudante de jornalismo me inspirava nele pra escrever melhor. Perguntei sobre o projeto dele de escrever um novo livro e sobre o repertório da nova turnê do Capital. Não parava de tremer. Queria chorar, mas pensava: “Não vou pagar esse mico de novo”. Na hora da pergunta eu até disse: “desculpa, eu tô nervosa”. Ele agradeceu meu elogio e disse: “esse livro é pra vocês”. Contou que já está preparando o novo livro, que vai falar sobre como surgiu cada letra que ele escreveu. Sobre a nova turnê, ele disse que espera realmente mudar completamente o show, que não aguenta mais tocar Mulher de Fases e Que País É Esse?, mas ele não tem esse poder. Amei a resposta dele. O tempo todo quando ele respondeu, ele olhava só pra mim. Foi lindo!

Depois ele respondeu mais algumas perguntas e disse que quem quisesse poderia pegar autógrafo ou tirar foto. O pessoal começou a formar fila. A menina que estava na minha frente (Carol) puxou assunto e pediu pra eu tirar foto pra ela. Eu disse que estava tremendo, mas ia tentar. Tirei a foto e falei pra tirar de novo: “tira outra que eu tô tremendo”. O Fê brincando: “Eita moça que tanto treme”. Aí que eu tremi mesmo.

Na minha vez, eu falei: “oi Fê, tudo bom?”. Ele me chamou pelo nome, eu abracei ele. Eu disse que não ia chorar de novo e ele “para com isso menina”. Tirei a pasta da sacola e disse que era um presente pro Capital inspirado nos textos do livro dele, que eram textos falando da minha história com o Capital. Ele pegou a pasta e enquanto eu falava, ele ia folheando. Ele agradeceu e disse meu nome novamente “Obrigado, Bárbara”. Nunca foi tão bom ouvir meu nome tantas vezes. Aí eu disse que mandei uma mensagem pra ele no Facebook dizendo que eu ia levar o tênis do Capital pra autografar. Ele se amarrou no tênis, perguntou aonde era para autografar, também pedi autógrafo no DVD do Aborto Elétrico. Enquanto ele autografava, eu disse que queria que eles tocassem kamikaze no novo show. Ele disse que kamikaze é uma letra dele e eu disse que a música tinha tudo a ver comigo. Abracei ele de novo, tirei foto. Quando ia guardando o tênis, ele falou: “chiquérrimo! Onde você comprou? Você mandou imprimir?”. Eu disse que encomendei em São Paulo. Ele gostou tanto que até tirou foto e disse que depois ia pegar o contato comigo da mulher que fez o tênis pra colocar na lojinha do Capital. Ele falou: “você me segue no Twitter né?” Eu: “te sigo no Twitter, no Facebook, em tudo”. Me despedi dele.

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Depois falei rapidamente com  o Seu Briquet, ele agradeceu minha presença. Foi um fofo como sempre! Não consigo encontrar palavras para descrever esse dia, tudo o que senti. Meu ídolo lembrar meu nome e me reconhecer rapidamente. Nada paga isso! É mais uma vez, o Fê “me ajudou a levantar depois de eu cair”.

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